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Abstract (English)

I propose insights into a theology in motion that maps «Wanting» [que(r)er]—love, desire, and the search for a whole life—amid multiple transitions: forced migrations, the climate crisis, queer and digital (epochal) subjectivities. From a territorial and incarnate biblical hermeneutic, I reread Scripture from the perspective of marginalized bodies and territories. I integrate feminist, postcolonial, and posthumanist contributions to think of creation as living territoriality and subjectivity of revelation. Human mobility and the wounded Earth are understood as intertwined cries that challenge the world. I present a potential open spiral of communion, in which all subjectivity—human and more-than-human—is welcomed into processes of justice, radical hospitality, care, tenderness, community resistance, and eschatological hope.

Abstract (Spanish)

Propongo intuiciones sobre una teología en movimiento que cartografía el «Que(r)er» –amor, deseo y búsqueda de vida plena– en medio de múltiples tránsitos: migraciones forzadas, crisis climática, subjetividades queer y digitales (epocales). Desde una hermenéutica bíblica territorial y encarnada, relee la Escritura desde los cuerpos y territorios marginados. Integro aportes feministas, poscoloniales y poshumanistas para pensar la creación como territorialidad viva y subjetividad de revelación. La movilidad humana y la Tierra herida se entienden como clamores entrelazados que interpelan al mundo. Presento una potencial espiral abierta de comunión, donde toda subjetividad —humana y más-que-humana— sea acogida en procesos de justicia, hospitalidad radical, cuidado, ternura y resistencia comunitaria, así como en la esperanza escatológica.

Abstract (Portuguese)

Proponho intuições sobre uma teologia em movimento que mapeia o «Que(r)er» – amor, desejo e busca de uma vida plena – em meio a múltiplas transições: migrações forçadas, crise climática, subjetividades queer e digitais (epocais). A partir de uma hermenêutica bíblica territorial e encarnada, releio as Escrituras a partir dos corpos e territórios marginalizados. Integro contribuições feministas, pós-coloniais e pós-humanistas para pensar a criação como territorialidade viva e subjetividade de revelação. A mobilidade humana e a Terra ferida são entendidas como clamores entrelaçados que interpelam o mundo. Apresento uma potencial espiral aberta de comunhão, na qual toda subjetividade — humana e mais-que-humana — seja acolhida em processos de justiça, hospitalidade radical, cuidado, ternura e resistência comunitária, bem como na esperança escatológica.

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